Assim como a esofagite actínica, sobre a qual falamos em posts anteriores, a retite actínica também pode acontecer como consequência de tratamentos radioterápicos, e consiste uma doença que atinge o reto.⠀
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Ela pode ser aguda, a qual ocorre durante o tratamento ou logo após o seu término e costuma causar sintomas como diarreia, sangramento eventual, perda de muco ou constipação. Nos casos agudos as alterações histológicas concentram-se na mucosa congestão com múltiplas telangiectasias que leva a sangramento espontâneo.⠀
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A doença também pode acontecer de forma tardia, em até dois anos após o fim do tratamento radioterápico, e nesses casos os sintomas apresentados são mais graves, como perda de muco, dor, urgência retal, sangramento, ulceração, estenose e até fístulas retovaginais. Nesse caso as alterações histológicas são vascular e fibrose.⠀
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O tratamento da retite actínica vai depender da avaliação individual de cada paciente, porém, a preferência é que ele seja feito sempre de forma conservadora, com prescrição de medicamentos. A utilização de procedimento endoscópico com o uso de coagulação por plasma de argônio também é uma opção de tratamento, a qual será definida após avaliação criteriosa do gastroenterologista responsável pelo caso.⠀
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